A BIODIVERSIDADE DA FAUNA COM VÁRIAS ESPÉCIES ENDÊMICAS EM GALÁPAGOS.

Ilhas Galápagos - Equador



As Ilhas Galápagos, cujo nome oficial é Arquipélago de Colón, localiza-se no Oceano Pacífico a cerca de mil quilômetros da costa da América do Sul e fazem parte do território do Equador sendo, administrativamente, uma das 24 províncias do país (Província de Galápagos).

O arquipélago que compreende o conjunto das Ilhas Galápagos, que são de origem vulcânica, é formado por dezenas de ilhas e rochedos, sendo treze ilhas maiores (entre 14 a 4 588 km²), seis ilhas menores, e dezenas de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de 8 010 km². O arquipélago se distribuí por uma área oceânica de 59 500 km², somando 140 555 km² de mar territorial ao Equador.

Apresenta uma biodiversidade elevada e é o habitat de uma fauna peculiar, que inclui muitas espécies
endêmicas como as tartarugas das Galápagos. A totalidade das ilhas constitui uma reserva de vida selvagem. A fauna das ilhas inclui a tartaruga-das-galápagos, a iguana-marinha, o pinguim-das-galápagos, o cormorão-das-galápagos, o falcão-das-galápagos, a fragata, entre outros. 


Galápagos foi oficialmente anexada ao Equador em 1832 e foi nomeada "Archipiélago del Ecuador". Entretanto, seu nome oficial é Arquipélago de Colón. O arquipélago de Galápagos é um conjunto de 58 ilhas a cerca de 965 quilômetros da costa continental do país.






LÍQUEN DE ROCHAS, DIPLOSCHISTES OCELLATUS

Diploschistes ocellatus


É uma espécie de líquen comum que cresce em rochas e solos calcários. Seus numerosos talos são cinza pálido a branco, com cada tálamo grosso envolvendo um apothecium preto (uma estrutura semelhante a um disco na superfície do talo usado na reprodução sexual). Existem dois morfos diferentes de Diploschistes ocellatus, que diferem na estrutura do talo e do apotécio e na presença ou ausência de poros minúsculos na superfície, conhecidos como pseudocitoblastos. A alga simbionte é uma clorofila. Entre a flora do líquen da região de Bages, Diploschistes ocellatus é provavelmente a espécie que teria mais pétalas extensas na rocha se as condições fossem favoráveis ​​e o ar limpo por um período muito longo. É uma espécie cosmopolita que evita as alturas e o frio, muito presentes na Península Ibérica. Na região de Bages, cresce em calcários, arenitos e conglomerados; embora os espécimes mais desenvolvidos tenham sido observados em serras pré-costeiras em Tarragona, fato que aponta para uma melhor qualidade do ar, além de condições ecológicas mais favoráveis.

FUNGOS: CAMILLEA LEPRIEURII

Camillea leprieurii


É um gênero de fungos da família Xylariaceae. Coletivamente, as 41 espécies do gênero têm ampla distribuição, mas são especialmente prevalentes em áreas tropicais. Corpos frutíferos de espécies de Camillea tendem a ser cilíndricos. É um fungo dependente de árvores da floresta tropical para sobrevivência, mas só pode ser facilmente detectado quando observado a partir de galhos mortos.
Camillea leprieurii é familiar aos micologistas que pesquisam as florestas tropicais na América do Sul e é estranha devido às suas estruturas de frutificação tomando duas formas. A forma de bastão de carvão é a mais comumente observada, que tem estruturas semelhantes a lápis preto, mas esse fungo também cresce imerso em madeira morta, com apenas sua superfície superior visível. Pequenos esporos (o equivalente fúngico das sementes) são ejetados das extremidades das estruturas de frutificação. Pensa-se que as espécies de Camillea vivem em árvores vivas e saudáveis ​​(são chamadas de endófitas), com as suas colônias microscópicas adormecidas até a árvore morrer naturalmente. Eles estão então em uma posição ideal para crescer ativamente usando nutrientes da madeira morta, competindo com fungos sem estágios endofíticos e, assim, reciclando a árvore para fertilizar o solo para suas mudas. O fungo e as árvores são, portanto, inteiramente dependentes uns dos outros para a sobrevivência. Camillea leprieurii é visível apenas como estruturas de frutificação, que se desenvolvem a partir de uma complexa rede de filamentos microscópicos que crescem dentro da madeira morta e da casca da árvore hospedeira.

A ÁRVORE PIMENTA DO SERRADO QUE REPRODUZ VÁRIAS ÉPOCAS DO ANO.


Pimenta-de-macaco (Xylopia aromática)

Distribui-se da Venezuela e Suriname até o estado do Paraná, dispersando-se por todas as unidades federativas das regiões Norte e Centro-Oeste e por uma parte dos estados das regiões Sudeste e Nordeste. Ocorre em toda a área de abrangência do Cerrado, em cerrados densos, cerradões, florestas perenifólias, florestas subcaducifólias e margens de florestas ribeirinhas, principalmente em locais perturbados. Árvore de pequeno a médio porte, a Pimenta de Macaco produz grande quantidade de frutos que se forem moídos, podem ser utilizados como substituto a Pimenta do Reino. Estes também possui muitas propriedades medicinais.

Reproduz em várias épocas do ano, com a maioria dos indivíduos florescendo entre julho e janeiro e apresentando frutos maduros entre fevereiro e junho e em agosto e setembro. As flores são protogínicas e polinizadas por tripes e besouros. As sementes são dispersas por pássaros.
A madeira é eventualmente utilizada em construção de cercados, como lenha e em confecção de caixotes, cabos de ferramentas, plataformas de tamanco e formas para calçados. A entrecasca é usada como amarrilho. As folhas são empregadas na fitoterapia popular, como diurético e anti-inflamatório. Estas e a casca interna, contêm um óleo essencial que apresenta atividade bactericida e fungicida. Os frutos, ricos nesse tipo de óleo e em piperina, são usados como vermífugo, febrífugo, tonificante e contra flatulência e hemorroidas. Porém, o uso mais frequente dos frutos é como sucedâneo da pimenta-do-reino, por possuírem sabor e aroma idênticos aos dessa especiaria de origem asiática. Na natureza os frutos são consumidos por primatas e as sementes são apanhadas por diversas espécies de aves, por causa do arilo.

As sementes de X. aromatica possuem dormência morfofisiológica (causada por imaturidade do embrião e presença de substâncias inibidoras de germinação) e por isso demoram para germinar e apresentam baixas taxas de germinação. Vários estudiosos testaram métodos para superar essa dormência. O método que apresentou melhores resultados foi o testado por Socolowski & Cícero (2003), que consistiu em remover o arilo e a sarcotesta das sementes, deixá-las imersas por 48 horas em solução de ácido giberélico nas concentrações de 250 ou 500mg.L-1 e depois colocá-las para germinar em areia. O desenvolvimento das plântulas tem sido referido como lento a moderado.
X. aromatica apresenta ampla dispersão no Cerrado, possui populações em muitas unidades de conservação de proteção integral nesse bioma e se por um lado habita ambientes preferencias para atividades agropastoris, por outro lado é uma espécie que prolifera em áreas alteradas.




O RIO TIETÊ NO ESTADO DE SÃO PAULO SOFRE SÉRIOS DANOS DE POLUIÇÃO.

A estiagem revela a sujeira jogada no Rio Tietê, incluindo a poluição.

Nos interiores de São Paulo a situação provocada pela estiagem num dos rios mais importantes do estado, revelando sujeiras e transformada em grave poluição.
Seria até bonito de ver se toda a espuma branca se não fosse sinal de poluição. Nos últimos dias, ela tomou conta de parte do Rio Tietê no interior de São Paulo. Vem da concentração de todos os poluentes, detergentes, sabão, saponáceos. Toneladas destes produtos que são usados por mais de 20 milhões de habitantes na região metropolitana dão neste resultado. No período do inverno, a espuma demora mais para se dissipar. Em Cabreúva, não dá nem para ver a cor da água. Além da espuma, a estiagem revela também a sujeira jogada no Tietê. Todos os dias são despejadas na região metropolitana de São Paulo 480 toneladas de esgoto, resíduos e lixo. E tudo isso desce em direção ao interior paulista. Nas margens, há milhares de garrafas plásticas acumuladas. Na época da chuva, a água do Tietê chega bem perto de um mirante. Agora, com a seca, o lugar serve para observar como a falta de chuva mudou completamente a paisagem. As pedras voltaram a aparecer, uma cena que não era vista desde 2014, ano de uma das maiores estiagens da história no estado de São Paulo. O nível do Tietê já baixou quatro metros em Salto e, com a estiagem, a qualidade da água ficou ainda pior. Segundo levantamento da Fundação SOS Mata Atlântica, no trecho entre Cabreúva e Salto, onde o índice que era regular e ruim, agora está péssimo. A água não tem oxigênio e o rio está morto, esperando a chuva voltar.







UM INSETO QUE PEGA SUAS PRESAS EM PLENO VOO.

Deleproctophylla dusmeti, é um inseto da família dos falcões-borboleta.


Pertencente à planta de rede de ordem neuroptera, da família ascalaphidae. Estes ascaláfidos tem um voo rápido e inquieto, eles são caçadores formidáveis que pegam suas presas em voo, depois de perseguir -los de seus poleiros na vegetação. Os machos têm longas cercas em forma de garras no final do abdômen. As larvas vivem entre a liteira ou sob as pedras, e às vezes camuflam o corpo com vários resíduos. É uma espécie restrita no sudoeste da Europa.

OS FILHOTES DO BONGO

Bongo


O Bongo é um antílope herbívoro que habita o território africano, principalmente nas regiões de florestas tropicais com vegetação rasteira. O macho acasala com uma única fêmea. O período de gestação é de 282 a 287 dias. Os filhotes são deixados sozinhos após o nascimento, permanecendo no solo, para evitar o ataque de predadores. A mãe retorna para se relacionar com a cria para tratá-la após este período. O bongo atinge a maturidade sexual entre os 20 e 30 meses de idade.