A terra é insultada e oferece suas flores como resposta.
A ÁRVORE QUE MUDA DE COR DURANTE O OUTONO.
Bordo-açucareiro (Acer saccharum)
Essa árvore tem uma característica de mudança de cor da época do outono.
Muitas pessoas quando ouvem falar dessa espécie já imaginam aquela árvore de folhas coloridas e depois com a caída das folhas estrategicamente por causa do clima seco e frio.
Esse tipo de árvore esta apto a ser cultivada em algumas parte do Brasil como em toda região sul, parte do sudeste e partes do nordeste.
O Nordeste brasileiro possui plantas com mesmas características mas as árvores geralmente ficam mais secas pois essa região possui um clima muito seco, ela se adapta se for regada em temporadas de verão e outono (geralmente as épocas mais secas no nordeste brasileiro).
No Sul ela se adapta com nos países de origem pois lá se tem características mais adequadas às originais.
Acer saccharum é um decíduo árvore normalmente atingindo alturas de 25-35 m, e excepcionalmente até 45 m. Uma árvore de 10 anos de idade, é tipicamente cerca de 5 m de altura. Quando saudável, a bordo de açúcar pode viver por mais de 400 anos.
A bordo-açucareiro é um extremamente importantes espécies para a ecologia de muitas florestas no norte dos Estados Unidos e Canadá. Povoamentos puros são comuns, e é um dos principais componentes dos norte florestas de madeira e meio-oeste dos Estados Unidos.
A BELÍSSIMA SERRA DA CAPIVARA É UM MUSEU A CÉU ABERTO.
Parque Nacional Serra da Capivara - Brasil
O parque foi criado através do decreto de nº 83.548, emitido pela Presidência da República em 5 de junho de 1979, com a finalidade de proteger um dos mais importantes exemplares do patrimônio pré-histórico do país. Originalmente com 100 000 hectares, a proteção do Parque foi ampliada pelo decreto de nº 99.143 de 12 de março de 1990 com a criação de Áreas de Preservação Permanentes de 35 000 hectares. A administração da unidade está a cargo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).
O Parque Nacional Serra da Capivara é uma unidade de conservação arqueológico com uma riqueza de vestígios que se conservaram durante milênios. O patrimônio cultural e os ecossistemas locais estão intimamente ligados, pois a conservação do primeiro depende do equilíbrio desses ecossistemas. O equilíbrio entre os recursos naturais é o condicionante na conservação dos recursos culturais e foi o que orientou o zoneamento, a gestão e o uso do Parque pelo poder público.
É um local com vários atrativos, monumental museu a céu aberto, entre belíssimas formações rochosas, onde encontram sítios arqueológicos e paleontológicos espetaculares, que testemunham a presença de humanos e animais pré-históricos. O parque nacional foi criado graças, em grande parte, ao trabalho da arqueóloga Niéde Guidon, que hoje dirige a Fundação Museu do Homem Americano, instituição responsável pelo manejo do parque.
A FLOR DA PRIMAVERA, É UMA FLOR DE PLANTA MEDICINAL, A SANGUINARIA CANADENSIS.

É muito utilizada na homeopatia, mas apenas com orientação média profissional. A raíz fresca irrita a pele e é ligeiramente cáustica. A planta é um pouco tóxica se usada imprópriamente e administradas em pequenas doses homeopáticas por profissionais.
CRYPTANTHA FLAVOCULATA, UMA ERVA PLANTA COM FLORES.

É uma espécie de angiospermas da família das boraginaceas conhecido pelo nome comum cryptantha roughseed. É nativa do oeste dos Estados Unidos da Califórnia para Montana, onde é comum em muitos tipos de habitat. É uma erva perene que cresce uma haste não ramificada até cerca de 35 centímetros de altura a partir de uma base subterrânea. É revestido pelos cabelos cerdosos moles. As folhas eriçadas variam em forma e pode chegar a 11 centímetros de comprimento. A inflorescência é um aglomerado cilíndrica ou cabeça arredondada de flores que alonga como os frutos desenvolvimento de baixo para cima. Cada flor tubular é de cerca de um centímetro de comprimento coberta com uma corola branca com cinco lóbulos com apêndices amarelo no centro.
COMO CULTIVAR UM LÍRIO DIFERENTE, O HAEMANTUS COCCINEUS, UMA FLOR NATIVA DA ÁFRICA.

Cultivo
Semear Haemanthus em vasos com sementes profundas, logo que possível após a colheita em um meio muito bem drenado, arenoso à qual é adicionada algum composto. Pressione ligeiramente no solo, de modo que a parte superior da semente permanece visível. Água de poço uma vez e, em seguida, novamente apenas após as primeiras folhas aparecem. Depois disso, poço de água uma vez a cada duas a três semanas. Quando as folhas começam a amarelar, suspender a rega completamente. Rega criteriosa começa novamente quando as folhas reaparecer após o período de dormência. Deixe as plantas jovens em vasos, pelo menos, dois anos antes de envasamento individualmente em potes grandes, profundas sobre 30cm de diâmetro. Seleccione potes que prendem as plantas maduras, como eles não gostam de ser perturbado novamente.
Se plantar em terreno aberto, selecione uma posição muito bem drenado, que só recebe chuvas naturais e não é influenciado por sistemas de rega artificial. Esta é verdadeiramente uma planta que não gosta muito de água! Além disso, selecione um local onde, apesar de protegido, pelos flowerheads, podem ser apreciados sem ser sufocado ou escondido por outras plantas.
ÁRTICO TEM AQUECIMENTO ANORMAL E ACELERADO.
Clima da região do Ártico tem grande impacto em todo o planeta e aquece duas vezes mais rápido que o resto do mundo.
A região ártica registra neste outono temperaturas recordes e um retrocesso sem precedentes dos bancos de gelo, imersa em um "círculo vicioso" que deve se tornar cada vez mais frequente com o aquecimento resultante das mudanças climáticas.
"Cerca de zero graus Celsius no polo Norte, ou seja, 20ºC acima da média!", alertou em meados de novembro o Instituto Meteorológico Dinamarquês (DMI). E nas últimas quatro semanas, o termômetro se manteve entre 9 e 12 °C acima da média para esse período.
Como consequência disso, os bancos de gelo estão em seus níveis mais baixos, em uma região cujo clima tem um grande impacto em todo o planeta e que se aquece duas vezes mais rápido que o resto do mundo.
No final do verão, a superfície dos gelos árticos era a segunda menor já registrada (4,14 milhões de quilômetros quadrados), atrás da de 2012, segundo o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve (NSIDC) dos Estados Unidos.
Em outubro, aumentou para 6,4 milhões de quilômetros quadrados - um terço da média de 1981-2010 -, o que representa a menor superfície para esta estação desde o início dos registros por satélite, em 1979.
Vários fatores causaram o sobreaquecimento do Ártico, segundo os cientistas. Entre eles, estão os ventos quentes do sul e o calor dos oceanos, além do fenômeno cíclico El Niño.
Mas, na realidade, este fenômeno de aquecimento se auto alimenta. O degelo é uma consequência do calor, mas também é uma de suas causas.
"Os bancos de gelo têm um papel isolante, limitando o fluxo de calor do mar (-2 °C perto do polo) para a atmosfera, preservando assim um ar frio", explica Valérie Masson-Delmott, cientista do Laboratório de Ciências do Clima e Meio Ambiente, em Paris.
Por outro lado, "a falta de gelo facilita a passagem do calor do oceano para o ar. Isto faz parte dos círculos viciosos" do clima.
Martin Stendel, pesquisador do DMI, alerta sobre o aquecimento acumulado do oceano nos últimos anos, sob o efeito do desajuste climático.
"Dado o aquecimento oceânico, o congelamento acontece cada vez mais tarde, e o degelo cada vez mais cedo", observa. "O gelo antigo desaparece, e ele não tem tempo para se reconstituir e recuperar uma espessura suficiente para aguentar o verão", alerta.
Os cientistas anunciam que a médio prazo o oceano Ártico não terá mais gelo no verão, e estará coberto com uma camada fina de gelo no inverno. Isto poderia acontecer a partir de 2030.
"Para +2°C de aquecimento global, prevemos uma situação deste tipo, apesar de que ainda não sabemos quando", diz Masson-Delmotte.
A comunidade internacional se comprometeu a limitar as emissões de gases do efeito estufa para impedir que a temperatura do planeta aumente mais de +2ºC em relação à era pré-industrial, em dezembro passado no Acordo de Paris.
O aquecimento gerado por cada tonelada de CO2 emitida (o equivalente a um voo entre Nova York e Paris por passageiro) provoca o desaparecimento de 3 m2 de gelo ártico, segundo um estudo recente.
Entre os numerosos impactos do aquecimento, o derretimento da criosfera ártica tem consequências muito graves.
O banco de gelo regula a temperatura mundial com o seu "efeito espelho" no verão, quando sua superfície branca reflete os raios solares e os envia de volta para a atmosfera.
Seu retrocesso amplifica o aquecimento global, e o acentua particularmente nos continentes vizinhos.
O derretimento tem efeitos também na densidade da água do mar, porque o sal adicional "age sobre a formação de grandes correntes oceânicas profundas", aponta Masson-Delmotte.
A região ártica registra neste outono temperaturas recordes e um retrocesso sem precedentes dos bancos de gelo, imersa em um "círculo vicioso" que deve se tornar cada vez mais frequente com o aquecimento resultante das mudanças climáticas.
"Cerca de zero graus Celsius no polo Norte, ou seja, 20ºC acima da média!", alertou em meados de novembro o Instituto Meteorológico Dinamarquês (DMI). E nas últimas quatro semanas, o termômetro se manteve entre 9 e 12 °C acima da média para esse período.
Como consequência disso, os bancos de gelo estão em seus níveis mais baixos, em uma região cujo clima tem um grande impacto em todo o planeta e que se aquece duas vezes mais rápido que o resto do mundo.
No final do verão, a superfície dos gelos árticos era a segunda menor já registrada (4,14 milhões de quilômetros quadrados), atrás da de 2012, segundo o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve (NSIDC) dos Estados Unidos.
Em outubro, aumentou para 6,4 milhões de quilômetros quadrados - um terço da média de 1981-2010 -, o que representa a menor superfície para esta estação desde o início dos registros por satélite, em 1979.
Vários fatores causaram o sobreaquecimento do Ártico, segundo os cientistas. Entre eles, estão os ventos quentes do sul e o calor dos oceanos, além do fenômeno cíclico El Niño.
Mas, na realidade, este fenômeno de aquecimento se auto alimenta. O degelo é uma consequência do calor, mas também é uma de suas causas.
"Os bancos de gelo têm um papel isolante, limitando o fluxo de calor do mar (-2 °C perto do polo) para a atmosfera, preservando assim um ar frio", explica Valérie Masson-Delmott, cientista do Laboratório de Ciências do Clima e Meio Ambiente, em Paris.
Por outro lado, "a falta de gelo facilita a passagem do calor do oceano para o ar. Isto faz parte dos círculos viciosos" do clima.
Martin Stendel, pesquisador do DMI, alerta sobre o aquecimento acumulado do oceano nos últimos anos, sob o efeito do desajuste climático.
"Dado o aquecimento oceânico, o congelamento acontece cada vez mais tarde, e o degelo cada vez mais cedo", observa. "O gelo antigo desaparece, e ele não tem tempo para se reconstituir e recuperar uma espessura suficiente para aguentar o verão", alerta.
Os cientistas anunciam que a médio prazo o oceano Ártico não terá mais gelo no verão, e estará coberto com uma camada fina de gelo no inverno. Isto poderia acontecer a partir de 2030.
"Para +2°C de aquecimento global, prevemos uma situação deste tipo, apesar de que ainda não sabemos quando", diz Masson-Delmotte.
A comunidade internacional se comprometeu a limitar as emissões de gases do efeito estufa para impedir que a temperatura do planeta aumente mais de +2ºC em relação à era pré-industrial, em dezembro passado no Acordo de Paris.
O aquecimento gerado por cada tonelada de CO2 emitida (o equivalente a um voo entre Nova York e Paris por passageiro) provoca o desaparecimento de 3 m2 de gelo ártico, segundo um estudo recente.
Entre os numerosos impactos do aquecimento, o derretimento da criosfera ártica tem consequências muito graves.
O banco de gelo regula a temperatura mundial com o seu "efeito espelho" no verão, quando sua superfície branca reflete os raios solares e os envia de volta para a atmosfera.
Seu retrocesso amplifica o aquecimento global, e o acentua particularmente nos continentes vizinhos.
O derretimento tem efeitos também na densidade da água do mar, porque o sal adicional "age sobre a formação de grandes correntes oceânicas profundas", aponta Masson-Delmotte.
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