Boi-almiscarado
FILHOTE DE VACA-ALMISCARADA
A OCORRÊNCIA DA ÁGUIA POR TODO O MUNDO EM DISTRIBUIÇÃO TAMBÉM NO BRASIL.

Esta espécie captura peixes de água doce, salgada ou salobra, o que lhe permite frequentar estuários, barragens, cursos de água de caudal lento e por vezes a orla costeira. Normalmente aninha em árvores, mas na zona mediterrânica, sempre foi mais comum junto à costa, nas falésias escarpadas ou em pequenas ilhas rochosas. Ocorre um pouco por todo o mundo, desde a América do Norte à Austrália, passando pela Europa, por Cabo Verde e pelo Japão. Com distribuição isolada em grande parte do Brasil.
No fim do Verão, as águias-pesqueiras deixam a região onde se reproduzem e partem para o sul, passando o Inverno em zonas tropicais. Mas, na Primavera seguinte cada casal vem procriar exatamente no mesmo lugar. Em Portugal é atualmente visitante não para fazer ninhos, e pode ser observada quase ao longo de todo o ano, mas com maior incidência nas épocas de passagem migratória. Também goza do estatuto de invernante pois, dado o clima de influência mediterrânica.
Constrói o ninho com gravetos e galhos no alto de árvores, torres e até postes de energia. Coloca de 1 a 4 ovos com período de incubação de 37 a 41 dias. Os filhotes realizam os primeiros voos e deixam o ninho após 50 a 75 dias. Nesse período aprendem a pescar sozinhos, mas os pais continuam a alimentá-los por mais algumas semanas. A espécie atinge maturação sexual após 3 anos. O casal usa o mesmo ninho por vários anos consecutivos, reformando e adicionando materiais a cada período reprodutivo. Durante o período pré-nupcial, o macho executa uma série de exibições aéreas para a fêmea. Uma dessas exibições, o macho carrega um peixe ou materiais para o ninho, emite chamados estridentes enquanto realiza voos ondulares.
MARINHEIRO DE VENTO (VELELLA VELELLA)
velella Velella
É frequentemente considerado um tipo de água-viva, mas, enquanto a biologia os agrupa com água-viva, anêmonas do mar e corais em um grupo conhecido como Cnidaria, Velellas não é tão estreitamente relacionado a medusa comum ou lua, Aurelia aurita .Velella é uma espécie que você pode reconhecer imediatamente. Tem um disco azul achatado com anéis concêntricos de apenas alguns centímetros de comprimento, que mantém o ar e flutua na superfície da água. Sobre o disco fica uma pequena vela para pegar vento, a fim de viajar. Abaixo do disco, há muitos pequenos tentáculos para capturar plâncton, assim como outros tentáculos para reprodução e alimentação.a espécie conhecida é velella Velella, um cosmopolitahidrozoário de livre flutuação que vive na superfície do oceano aberto. É comumente conhecida pelos nomes de jangada, marinheiro de vento, vela roxa. ste pólipo hidróide permanece à tona na superfície do Oceano Pacífico durante a maior parte de sua vida. Nunca toca nem chega perto do fundo do oceano, e o único estágio em sua vida quando está completamente submerso na água é o estágio larval. O Velella Velella começa a sua vida no meio do Oceano Pacífico, é trazido pelo vento para as margens e é normalmente fundido em uma praia onde morre e se desintegra. Os Velella são mais comuns em alto mar, nas regiões mais quentes dos hemisférios sul e norte este pólipo hidróide permanece à tona na superfície do Oceano Pacífico durante a maior parte de sua vida. Nunca toca nem chega perto do fundo do oceano, e o único estágio em sua vida quando está completamente submerso na água é o estágio larval. Projetando verticalmente para cima é uma aleta triangular rígida translúcida feita de quitina, uma substância derivada da glicose que também é usada em esqueletos de caranguejo e insetos ou bicos de lula.
Esta palheta age como uma pequena vela.
Esta palheta age como uma pequena vela.

O LAGARTO ESPINHOSO DA AUSTRÁLIA.
O diabo espinhoso é a única espécie do gênero Moloch. É um pequeno réptil existente na Austrália cuja dieta consiste somente em formigas. Apesar do seu nome, o diabo espinhoso não ultrapassa os 20 cm de comprimento. As fêmeas são maiores que os machos. A sua coloração, que eles próprios controlam, tal como o camaleão, varia entre o amarelo e o castanho-escuro, conforme o tipo de solo e serve-lhe de camuflagem. Possui uma "falsa cabeça" atrás da verdadeira que utiliza para confundir os predadores. Possui espinhos cônicos por todo o corpo excepto na barriga onde são substituídos por protuberâncias.
O diabo espinhoso só tem formigas como único alimento, só come uma formiga de cada vez que captura com a sua língua pegajosa, mas pode comê-las a um ritmo de 45 por minuto. Podem comer entre 600 a 3000 só numa refeição e mais de 10 000 por dia.
Para beber o diabo espinhoso condensa o umidade existente na noite fria nas escamas e canaliza-a até à boca através de sulcos hidroscópicos existentes por entre os espinhos. O mesmo acontece em dias de chuva ou se ele encontrar uma poça.
Embora tenha o corpo coberto de espinhos cônicos, a sua extrema lentidão torna-o uma presa fácil. Os seus predadores são a abetarda, que efetua descidas rápidas sobre ele que o atordoam até o matar, e o varano. No entanto o diabo espinhoso tem algumas técnicas de defesa como enfiar a cabeça entre as patas dianteiras e mostrar a falsa cabeça que os predadores tomam por verdadeira. Se os predadores o tentarem rolar para expor a sua barriga, a zona mais desprotegida do seu corpo, o diabo contra-ataca fazendo pressão com os espinhos e com a cauda. Para assustar os predadores pode também inchar para dar a impressão de ser maior. Habita principalmente terrenos de vegetação rasteira e desertos na Austrália Ocidental e Central onde se encontra a spinifex.
O acasalamento e a postura dos ovos ocorre entre Setembro e Janeiro. São postos de 3 a 10 ovos que eclodem 3 a 4 meses depois. O diabo espinhoso atinge a maturidade aos 3 anos e crê-se que vive 20 anos em estado selvagem.
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